... E a saga dos roedores CONTINUA ...

... E a saga dos roedores CONTINUA ...
A todos os contribuintes deste blog, saúdo novamente, depois de um ausência prolongada, devido a motivos diversos, como falha na ligação à internet, trabalho, paragens de digestão, etc. etc, etc.
Ao ler os artigos do Garras e do Estrela, decidi, de igual forma contribuir com o estudo que até aqui tem vindo a ser apresentado, através de métodos, altamente científicos, que apenas o consumo excessivo de canais como o Odisseia, National Geographic, e Discovery, podem ensinar.
Estaria a mentir se apenas dissesse que a razão para tal estudo, deve-se também ao tipo de merdas de gato, que se tenha em casa. Como se pode constatar da fotografia que vos é apresentada, à direita, a sua única função é passar os dias ao sol, a lamber os tomates, e quando hà fome, é apenas ir à vizinha, esfregar-se nas pernas uma ou duas vezes, e voilá, comidinha acompanhada com mais uma coça nos tomates ......
Ao ler os artigos do Garras e do Estrela, decidi, de igual forma contribuir com o estudo que até aqui tem vindo a ser apresentado, através de métodos, altamente científicos, que apenas o consumo excessivo de canais como o Odisseia, National Geographic, e Discovery, podem ensinar.

Enfim, apresentadas as razões, vamo-nos debruçar sobre o assunto. Para começar, é necessário um casal de ratos, jovens com tendências heterossexuais, e com fominha para a procriação. Para tal foi usado um televisor já velho, sintonizado no magnifico programa: morangos com açúcar. Isto só vem constatar que os animais que fomentam as audiências desse programa, só podem ter cérebro de rato.
Obtido o referido casal, é só fecha-los numa arrecadação, com apenas uma saída possível, com o mínimo de comida, para possibilitar energia para meia dúzia de trancadas. Entretanto, adquiriu-se numa loja de ferragens perto de si uma amostra de sistemas (uns mais avançados que outros) de captura de roedores. Depois de uma semana, da libertação do casal, é tempo de iniciar o estudo .... pois é verdade, o estudo baseia-se na preferência do tipo de ratoeira, e respectiva forma de morrer. Foram usadas três tipos de sistemas, indo de 2,5 €, a 5,0 €, até a mais avançada de 20,00 €, como de seguida se descreve:



Tendo apresentado os diversos sistemas, apresento de seguida o estudo das preferências, de várias gerações de uma dada família:

Como sistema mais decepcionante, apresentou-se o número três, o qual, pessoalmente admito, era o mais promissor, não que goste de ver shows de sexo de ratos ao vivo como muita gente que por aí anda, mas mais pelo espectáculo subaquático.
De seguida deixo uma galeria de imagens recolhidas durante o estudo, algumas delas muito interessantes.
1 Comments:
ahahahah, execelente.Eu sou sincero meus caros, dá-me ideia que daqui a uns dias temos os defensores dos animais a nos bater a porta.
Quanto ao sexo ao vivo entre os ratos, deixem-me dizer que é de facto um espectaculo agradavel, gosto especialmente dos gritos agudos da femea quando é possuida por trás pelo macho, que com os seus olhos redondos e arregalados dá sempre a impressão de que as coisas correm bem aos dois, até que pumba, vindo do nada, vem o rato claudio ramos e possui tb o rato macho por trás, e ai estraga a cena toda, é hora de manda-los para o balde da agua e assistir ao magnifico show de dança aquatica.
Gostei do 3 sistema, é caro, mas porra um gajo tem mais hipoteses de escolha.
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